Programa contra drogas forma alunos em Alfredo Chaves

today29 de outubro de 2014
remove_red_eye202

A secretaria Municipal de Educação de Alfredo Chaves, em parceria com a Polícia Militar, realiza nesta quarta-feira (29), às 19h, a formatura de 32 alunos da escola municipal Felipe Modolo, que participaram do Programa Educacional de Resistência às Drogas e à Violência (Proerd). A solenidade irá acontecer na própria instituição.

O Proerd é um projeto social que tem sido desenvolvido pela Polícia Militar há 10 anos e objetiva conscientizar jovens estudantes sobre os males causados com uso de drogas. De acordo com a secretaria de Educação, o projeto contemplou alunos do 6º e 7º ano do ensino fundamental, com idades entre nove e 12 anos.

Os estudantes participam de aulas lúdicas e técnicas educacionais, ministradas na escola por instrutores militares, com o propósito de aprenderem a resistir às pressões e dizer não às drogas e à violência.

O Proerd em Alfredo Chaves já foi desenvolvido nas escolas municipais Ana Araújo e Fazenda Aparecida e na escola estadual Camila Motta, atendendo aproximadamente 250 alunos, coordenado pelo soldado Faé, instrutor responsável em aplicar o programa nas escolas. Os encontros ocorriam uma vez por semana, com duração de duas horas. “Abraçamos esta iniciativa porque ela estimula a população a dizer não às drogas e à violência”, disse o prefeito Roberto Fiorin.

O Programa
O programa nasceu por meio de uma iniciativa de educadores e policiais americanos, que surpresos com uma grande demanda de apreensão de drogas, em Los Angeles, na década de 80, iniciaram um trabalho de prevenção visando diminuir o índice de jovens envolvidos com o uso de drogas e violência.

O programa consiste numa ação conjunta entre o policia militar, educadores, pais e comunidade, no sentido de prevenir e reduzir o uso indevido de drogas entre crianças e adolescentes, além de fomentar uma relação de confiança entre pais e filhos e jovens e sociedade.

“O Proerd é muito importante para o nosso município, já que muitos alunos não conversam sobre este tema com os pais”, disse Rogéria Lúcia Fiorin Gaigher, titular da pasta.

 

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

*