Mais um lote da cerveja Belorizontina contaminado em MG

today13 de janeiro de 2020
remove_red_eye465

Nesta manhã do dia 13 de janeiro, a Polícia Civil confirmou que mais um lote, o L2 1352, da cerveja Belorizontina, da Backer, está contaminado com por dietilenoglicol e monoetilenoglicol (menos tóxico), utilizadas como anticongelantes em serpentinas de indústrias de cerveja.

Um ex-funcionário, segunda a polícia civil, está sendo investigado pela suposta sabotagem na contaminação da cerveja, haja visto que, no fim do ano passado ele teria tido um desentendimento com um supervisor, que chegou a registrar um boletim de ocorrência contra o ex-trabalhador, que o ameaçou.

Até o presente momento foram confirmados 11 casos da chamada síndrome nefroneural, sendo que um deles morreu em Juiz de Fora. Já os outros estão internados em Belo Horizonte, um em Viçosa e em São Lourenço.

Segundo investigações, nos exames de sangue de quatro vítimas constatou a presença de dietilenoglicol, o que pode ter provocado sintomas de insuficiência renal e alterações neurológicas, no entanto, não detectaram a presença de monoetilenoglicol.

Mas a substância monoetilenoglicol foi encontrada nas garrafas recolhidas nas casas das pessoas que ingeriram a cerveja, do lote 1348, das linhas L1 e L2, e também nas que foram recolhidas dentro da Backer. O dietilenoglicol foi encontrado nas amostras de cerveja analisadas.

E ainda segundo a Polícia Civil, foram encontradas as duas substâncias em um dos tanques da fábrica.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

*